Acesso venoso central pediátrico guiado por ultrassom. Do neonato de 800g ao adolescente. Em apenas 12 aulas. Mesmo que você nunca tenha feito antes.
Reconhecida pelas maiores instituições de cirurgia pediátrica e medicina do Brasil
Se você já ouviu essa frase num plantão e sentiu o estômago gelar, esse curso é pra você.
A criança é pequena. Grave. Precisa de acesso central agora. Você sabe a indicação. Mas o paciente tem 2 anos, 11 quilos, e você nunca fez sozinha em uma criança desse tamanho.
A gravidade do paciente exige uma conduta imediata ou não pode esperar.
Isso acontece em hospitais do Brasil inteiro. Toda noite. Com médicos brilhantes que passaram por anos de faculdade e residência.
E acontece por uma razão simples: ninguém te ensinou. A faculdade não ensina. A residência ensina assistindo, sem padronização, sem simulador. E o Brasil tem apenas 850 cirurgiões pediátricos em tempo integral — a maioria no Sul e Sudeste.
A própria CIPE publicou nota técnica: o acesso venoso central NÃO é prática isolada do cirurgião pediátrico. É compromisso de toda a equipe.
Existe um método que resolve exatamente isso.
E ele não depende de anos de experiência, de talento natural, ou de ter nascido com “mão boa”.
Depende de técnica. E de um protocolo que ninguém ensina na residência.
O Método VenUS foi criado pela Dra. Vilani Kremer, cirurgiã pediátrica formada pelo INCA, membro titular da CIPE, com mais de 10 anos formando médicos em acesso venoso ecoguiado em todo o Brasil.
Um estudo com 76 anestesiologistas pediátricos mostrou que a melhora após treinamento estruturado foi a mesma — independente se o médico tinha 2 ou 15 anos de carreira. A autoconfiança média subiu de 3,2 para 3,9 numa escala de 1 a 5.
O que faz diferença não é tempo. É método.
E o método começa com um protocolo que muda tudo: o RaCeVA — Rastreio Rápido de Veias Centrais.
Antes de puncionar, você usa o ultrassom pra mapear todas as veias centrais do paciente. Leva 2 minutos. E nesses 2 minutos você descobre qual veia é a melhor opção, qual o diâmetro, se tem trombo, se tem variação anatômica.
Sem o RaCeVA, você escolhe onde puncionar no chute. Com o RaCeVA, você escolhe com informação.
E na hora de puncionar, o ultrassom te mostra a agulha entrando na veia em tempo real. Milímetro por milímetro.
Sem ultrassom, a taxa de punção arterial acidental chega a 12%. Com ultrassom, cai pra quase zero.
No INCA aprendeu que em crianças com câncer, se o acesso falha, o tratamento para. Se a veia trombosa por técnica ruim, às vezes não tem volta. Foi lá que decidiu ensinar outros médicos a fazer o que antes só o cirurgião fazia.
Consulta rápida do rastreio pra usar durante o procedimento.
Do prematuro ao adolescente, tamanhos e marcas.
Qual acesso escolher em cada situação clínica.
Uma pós-graduação em ultrassonografia custa de R$ 15.000 a R$ 30.000. Leva até 2 anos. E não é focada em pediatria.
O Método VenUS PED te entrega tudo por uma fração disso.
E o custo de não aprender? Esse não se mede em dinheiro. Se mede na criança que precisava de você e você não conseguiu agir.
Se em 7 dias não fizer sentido para sua prática, devolvemos cada centavo. Sem perguntas.
— Dra. Vilani Kremer